Descobri que tinha artrose no quadril aos 40 anos. Fui investigar porque tinha uma dor na virilha incomodando muito. Descobri então que tinha artrose no quadril e passei a tentar me cuidar como podia. Mas a dor foi só aumentando. Todos os médicos diziam que seria melhor postergar a cirurgia e que, só quando as dores se tornassem insuportáveis, é que eu poderia operar.

Nesse período fui pesquisando e ouvindo vários colegas que me diziam para fazer a cirurgia. Fui evitando, mas cheguei a um ponto que não estava nem andando mais. Parei de jogar bola e estava bem limitado mesmo. O divisor de águas foi um dia em que andei um quarteirão e senti que era um problema enorme. Não conseguia andar mais.

Quando cheguei ao consultório do Dr. Marco Aurélio, soube que o procedimento evoluiu muito. Ele me explicou tudo sobre as peças da prótese e que, em uma eventual troca futura, se eu acompanhasse direitinho ao longo dos anos, o procedimento poderia ser ainda mais fácil. Isso me animou muito, cheguei a pensar ‘por que não fiz antes?’.

Livre da artrose

Fiz a cirurgia. Logo depois da operação você já pode se movimentar. Eu diria que os três ou quatro dias iniciais são mais chatinhos, mas a cada dia é uma evolução e o desconforto desaparece. O único incômodo que tive foi muscular, mas porque comecei a estimular e fortalecer os músculos que não usava antes. Um mês depois da cirurgia fiz uma caminhada de 3 horas em Campos do Jordão. Para mim, que adoro andar, isso é excelente. Me sinto livre da artrose.

L.G., 54 anos*

(O nome do paciente entrevistado foi mantido em sigilo por questões éticas | imagem meramente ilustrativa).

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