Em 2004 eu soube que tinha artrose no quadril. Fui a três médicos ótimos e todos disseram que eu tinha de operar e colocar prótese. Mas eu tinha só 34 anos e me achava muito novo, não tinha coragem de encarar uma cirurgia complexa assim. A partir daí, eu tentei tudo o que podia para adiar a operação. Fiz PRP (Plasma Rico em Plaquetas), tratamento com “células-tronco”, fisioterapia, semente de sucupira, ácido hialurônico, cheguei a fazer uma artroscopia, o que até deu uma ajuda. Mas no total passei 12 anos tentando fazer de tudo o que você imaginar para não passar pela cirurgia. Eu pensei que fosse ficar um tempo grande parado na cama, me recuperando lentamente, pensei que aquilo fosse parar minha vida.

Nesse tempo, eu que amava fazer esportes e caminhar, engordei 7 kg porque parei todas as atividades. As dores já eram insuportáveis e me atrapalhavam andar dois quarteirões. Mesmo na cama, meu quadril doía. Sentado ou em pé, já não existia posição em que eu não sentisse dor. Andei uns 4 a 5 anos de muletas. Era muito ruim! Fiquei bastante chateado por não poder mais praticar esporte. Até a natação, que eu achava que daria para fazer, era impossível.

Quando eu conheci o Dr Marco Aurélio, fiquei mais seguro e em 2016 fiz a operação. Foi bem rápido, levou 1h e 15 minutos! Logo no dia seguinte, falaram para eu andar. Eu dizia: “Tá louco?” e realmente… coloquei o pé no chão e andei. Dali em diante foi uma recuperação bem rápida. Em dois meses e meio já estava até correndo.

Hoje jogo bola, faço musculação e tudo mais que eu quiser, é vida normal. Tenho muito prazer em andar. Antes eu pegava metrô para descer três estações à frente, e hoje vou a pé. Caminhando eu vejo a cidade, sinto um prazer enorme em recuperar isso. Se precisar ir a algum lugar que fique a 2 km de distância, agora prefiro ir a pé. Aquela dor que eu tinha, acabou. Meus amigos nem acreditam que eu jogo bola. Já perdi o peso que acumulei por ficar parado. Sempre digo que se fosse na época de Jesus, diriam que eu era manco, e só um milagre me faria andar de novo. Pois eu acredito sim que foi um milagre.

A.M., 47 anos
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