No mundo todo, as pessoas estão vivendo mais. Com isso, vemos o envelhecimento da população. Temos mais idosos no planeta, o que é muito bom. Porém, com o avanço da idade, passamos a conviver também com degenerações nos ossos, as fraturas, como a fratura no quadril, e, entre as doenças relacionadas, está a osteoporose.

O número de fratura do quadril aumenta muito após os 65 anos, principalmente se não tomarmos cuidados preventivos em casa mesmo. Fraturas de quadril, coluna e de punhos são as mais comuns e as mais perigosas.

Por que a fratura do quadril é tão comum?

Geralmente, as fraturas ocorrem porque os ossos sofreram um desgaste imenso. A fratura do quadril é classificada em três tipos, que se relacionam ao local onde ocorreram: fratura colo femoral, transtrocantérica e subtrocantérica.

Após uma fratura do quadril, muitos idosos infelizmente perdem sua mobilidade e sua independência. Alguns, com isso, desenvolvem depressão e uma série de outras doenças. No entanto, a maioria deles consegue retomar a vida normal após esse episódio. É o que quero abordar aqui. Sim, é possível voltar a ter segurança e viver sem limitações. Basta seguir um tratamento ou partir para uma intervenção cirúrgica capaz de reverter quadro de dores e inseguranças.

Na maioria dos casos, a cirurgia de prótese do quadril, ou artroplastia, deve ser uma opção a ser avaliada junto ao médico. É muito comum as pessoas subestimarem a dor ou a falta de mobilidade, aplicando analgésicos ou compressas, ou colocando o idoso em uma cadeira de rodas. No entanto, com isso, esconde-se um problema maior, que evolui secretamente. A osteoporose, a artrose e outras lesões ósseas podem ser tratadas atuando contra a degeneração, para que o idoso viva mais – e com menos dores.

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